domingo, 29 de novembro de 2009

Macintos/h

ontem meu computador resolveu dar pt, nao sei porque, nao existe um motivo explicito (ok, eu tenho que comentar, to puto, eu tinha acabado de escrever o texto quase que INTEIRO, quando eu apaguei um negocio que eu nao queria ter apagado e resolvi tentar volta-lo com control Z, o que fez apagar a porcaria do texto INTEIRO. fuck.). na verdade, eu ja devia ter esperado por isso a muito tempo, ja que, convenhamos, é windows. haha. se voce, pessoa que esta inutilmente gastando seu tempo lendo esse texto, ja conversou comigo por mais de 5 minutos, deve saber que eu nao gosto de windows e meu sonho é ter um mac, tenho que ser otimista. minha namorada tem um mac, fato esse que sempre surge em nossas conversas e me faz lembrar o quanto eu quero um mac. eu sei que eu vou ganhar um, ja fiz um acordo com meu pai, tudo o que eu preciso fazer é passar na metade do terceiro ano pra engenharia mecatronica na unb. nada mais facil. mas eu realmente quero passar na metade do terceiro ano, por uma serie de motivos que eu vou enumerar a seguir pra quebrar a monotonia: 1) nao aguento mais o galois (galois = minha escola), nao aguento mesmo, cansei de ter que acordar todo dia CINCO HORAS DA MANHA, pra ir pra uma prisão disfarcada de colegio,uma puta idioteca cheia de regras imbecis. [abaixo ao sistema! \m/] 2) convenhamos que universidade te da uma otima sensacao de liberdade, sensacao da qual o galois se alimenta no cafe da manha. 3) todo mundo na minha familia entrou na universidade aos 16 anos na metade do terceiro ano (a nao ser a minha mae que entrou com 15) entao, nao quero ser o filho que desafiou o jeito nerd de ser da familia. enfim, mas acima de tudo, o principal motivo é 4) eu... quero... um... mac. mesmo.
eu tava pensando em escrever mais, principalmente visto que hoje eu assisti o filme do gay sparcly vampire guy e tenho que fazer meus comentarios sobre essa obra de arte. mas como ta tarde, eu to com sono, e a musica do radiohead que eu estou ouvindo no momento nao eh exatamente agitada, eu acho que eu vou dormir. entao, como sempre, boa noite a todos, durmam bem, se cubram, bebam bastante agua, e lembrem-se, quanto mais em forma, mais feliz voce fica.
BTW, quem sacar todas as referencias a Radiohead nesse texto e a outra referencia a outra coisa no final ganha um doce
Boa noite a todos :*
I_ago Sch_utt_e - Amo o cheiro de nalpam pela manhã

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Purpurina




Iago Schütte - Eu fui obrigado a ver Crepúsculo na estréia em meio a menininhas histericas. sim, eu sai surdo

terça-feira, 3 de novembro de 2009

I Google Myself

I was among the first generation to google our car keys.

Mom and Dad describe the amazing advances before my birth as if they were no big deal. At first, Google was just this search engine. Soon it became the best search engine, and the only one to develop its own verb.

Google didn’t stop there. Searching webpages became searching news stories. Which became a homepage. Searching and indexing extended to not just webpages, but to books as well. And once there was a foothold in the “physical world”, they extended their grasp.

My parents didn’t think Google Maps and Google Earth was a big deal. “At first, it was just an alternative to Mapquest,” they said, referring to a then commonly used site to get directions. It was only when they moved beyond directions that people started to switch. Sure, the ability to grab the map and move it around was important- Google was a pioneer in taking static webpages and letting you grab and move them around as if they were sitting there on your kitchen table. The real draw was the satellite imagery. View your house from space! See what the layout of your area was! Find someone’s address online then post pictures of their house in a threatening manner! Yet all of this didn’t worry people. The populace seemed to be satisfied with “We understand your privacy concerns and can assure you that the satellite images on Google Maps are taken from a variety of commercial and public resources and are not real-time in nature. The images that Maps displays are no different from what can be seen by anyone who flies over or drives by a specific geographic location.”

Meanwhile, another Google project contributed the other half of what was to come, but it didn’t draw much attention. Called simply “Google Wifi”, they began to provide free wireless Internet access to all of Mountain View, California.

It took a few years, and some work with the government, but soon the ideas were merged: Free wifi access beamed down from satellites to the entire United States. Every citizen of the US now had access to free wifi wherever they went. It was hard to argue, since the endeavor was licensed by the government, but like everything else they did, it was free of charge. It all fit into Google’s strategy. And it worked, and sparked a revolution.

With Internet access everywhere, and with the wifi receivers already becoming smaller and cheaper to produce, everything started to use the wifi network. Phones were the first obvious choice: voice over ip had already become stable, and thanks to high profile smart phones like the iPhone, more phones were being built with wifi anyway. Services like Skype took off as the traditional cell phone and landline networks collapsed. Many phone companies merged together to build a stronger network, while others tried to diversify to stay ahead of the times. CASN (Cingular ATT Sprint Nextel), pronounced Cassion, was the last big cell phone company, in an attempt to provide as much coverage in the country. It was too little too late: cellular, which had to charge for calls, was dead. Wifi phones, which operated thanks to the charity of Google, were here to stay.

It was a big step in hindsight, but seemed so small at the time. Maybe it was because I was a teenager and didn’t have a sense of the big picture, but when the first ordinary wifi-enabled objects were announced at CES, it just didn’t seem like a big deal. Within a year, wifi TVs, wifi shoes, wifi clothes, wifi remote controls, wifi cars, and wifi car keys were all over the place. Any object you owned could now be wifi enabled so that you always could keep track of it. Thefts went down as everything could be tracked, but lawsuits went up over disputed property. You could register everything you owned via a Google login.

Maybe it was inevitable that Google’s security would be cracked, or maybe it was their plan all along. But soon, wifi signatures could be tracked privately from pirate servers in Sweden and Sealand.

I was among the first generation to google our car keys.

But I was also the first generation that could be googled.

By Dave Chalker


Iago Schütte - Goggle? sou muito mais 'Cadê?'

sábado, 3 de outubro de 2009

Memoirs de uma noite mal-dormida

as vezes eu tenho aqueles momentos no melhor estilo hippieestranhoqueficafalandocoisassemsentidonomeiodarua. momentos nos quais eu me pergunto o titulo do filme "Quem somo nós?' ou "Why the Fuck are we Here?" ou "Como diabos tem quem goste de Calypso?". nesses momentos eu não tenho muito o que fazer. na verdade se baseia muito em ficar parado, isolado, e pensando. mas não no silencio. silencio me irrita. eu preciso estar sempre ouvindo musica, 24/7. enfim. ouvindo uma boa e velha musica eu começo a pensar. na verdade, eu raramente faço isso. eu , na minha condição de adolescente ativo não aguento ficar mais de 10 minutos parado sem algo pra me distrair sem ser quando vou dormir. mas eu penso. poucas vezes eu penso mesmo, a fundo, o calor me distrai. odeio o calor de brasilia. lembro que uma vez, durante a minha tenra infancia, eu lembro que uma vez eu fui pensar nisso tudo e eu lembro que, eu cheguei a uma resposta, sim, eu lembro que eu entendi perfeitamente o porque de tudo, quem nós somos, porque estamos aqui, só não respondi a terceira pergunta. enfim, de qualquer forma, eu tinha sacado cara, mesmo, eu lembro que eu me senti felizaço. era de noite, eu tava com um sono do caralho, então pensei 'hmm, voi dormir e amanha eu conto pra mamae o que eu descobri'. eu dormi pensando nessa maravilhosa descoberta, mas, ai, como muitos que me conheçem ja podem prever. eu esqueci. sim. esqueci. esqueci da coisa que teria acabado com todas as guerras, com a fome, e acabado com a profissão de psicólogo. as vezes eu me impressiono.
se bem que hoje em dia, com uma mentalidade mais madura e que não imagina que voce tem um pokemon do seu lado a cada momento, eu fui pensar. talvez eu não tivesse tido uma revelação tao modafoka assim, provavelmente eu devia ter pensado 'nós somos todos treinadores de pokemon e estamos aqui para conseguir todas as esferas do dragão. exato. como não pensei nisso antes? isso faz todo sentido. premio nobel aqui vou eu... mas calypso ainda é uma merda.'
minha memoria me cansa. muitas vezes eu to falando com alguem, se eu crio um pensamento e estou prestes a expressa-lo e alguem me interrompe. eu esqueço completamente o que eu estava falando. é irritante e chato. mas é a vida.
bem. eu começei a escrever esse texto 19:00, e tive que sair, parei na parte do meu real pensamento como criança. agora são 01:07, e pra quem ta acostumado a ir dormir 21:00, isso é um horario epico. to tonto de sono.
uma coisa interessante, quando eu to com muito sono, eu não tenho força de vontade o suficiente de tirar da cama todos as 30 formas de travesseiros que a minha mae cisma em colocar na minha cama, logo, eu não arrumo a minha cama, e se minha cama não está devidamente arrumada eu não durmo direito, então, eu, mesmo ciente que não vou dormir bem ou o suficiente, simplesmente deito na cama e cubro a minha cara com uma das almofadas e durmo. acordo então 3 horas depois, sem sentir que dormiu nada, puto com o mundo por não estar conseguindo dormir de boa, e, estressado, termino de arrumar e me deito. ao deitar, percebo que preciso ir ao banheiro, vou, depois percebo que preciso de agua. minha casa tem 2 andares, e nessas situações que eu crio um odio mortal da minha escada por ela ser tão longa e cansativa de se subir. pego minha agua, bebo, me hidrato, volto pro meu quarto e me deito para dormir. ligo o ventilador porque o calor de brasilia é um c:). então, relaxado e pronto pra dormir na minha confortavel cama, meu ventilador começa a fazer um delicioso barulho de quadro negro sendo arranhado, seguido por uma serie de estalos rapidos. nisso meu sono foi pra pqp, depois todo o som pára, do nada, relaxado, aperto o coberto e volto a dormir. começo a sonhar. belos sonhos, aventuras, diversões, felicidades e um quadro sendo arranhado. pera. hãn?!. eu acordo. o barulho voltou. filhodaput:). irritado não sei o que faço. eu desligo aquela coisa e queimo no confortavel inferno de brasilia, ou deixo ligado e suporto sons altos e insuportavelmente insurpotaveis. não sei. fico indeciso, como já era de se imaginar. então minha reação varia. ou eu fico em agonia na cama até o dia amanhacer quando eu acordarei de mal humor reclamando da minha noite mal dormida ou eu acordo. se eu acordo eu ligo o computador e escuto musica. toda vez que eu acordo eu to com uma musica na cabeça, desde o outono de vivaldi até rocks da melhor qualidade. logo, no computador que eu liguei na possibilidade 2, eu escuto musica. recentemente começei a ouvir constantemente I Am The Walrus, de uma banda que ninguém conhece. é interessante. gostei. to ouvindo ela agora por sinal.
no final das contas, nessa situação presente, eu começei a entrar no meu estado de sono em que eu começo a perder minha força de vontade, então eu vou logo dormir, antes que eu tenha que me cobrir com uma almofada e acordar irritado no meio da noite. então. para o melhor estar de todos. boa noite

Iago Schütte -Goo goo g'joob

Sentiu uma gota de suor descendo pelo lado direito do rosto, em poucos minutos já eram muitas gotas e estavam frias, quase geladas. Não lembrava mais que roupa estava usando, mas a gola da camisa era apertada, talvez estivesse de gravata, não soube precisar.

Ele nunca havia estado tão perto da morte, para ele aquilo devia ser a morte, as sensações, o pânico, só podia ser a morte, ainda não estava entendendo direito. Ouvia vozes, tentava reconhecer as pessoas em volta, mas nada, os olhos estavam turvos e os pensamentos confusos, talvez já estivesse morto, mas ainda não tinha certeza.

Na confusão da memória começou a pensar que ainda era muito jovem para morrer, passou a sentir saudade de tudo que perderia após sua morte, aquele pequeno filme que imaginamos se passar na mente antes da morte começou a rodar.

Ele sentiu saudades da vida, simplesmente da vida, afinal, estando morto não poderia mais curtir o futebol como os amigos e esticar para um puteiro qualquer, não poderia mais curtir a feijoada com pagode no sábado à tarde, imaginou que não iria num samba nunca mais, não iria nunca mais numa festa do peão em Barretos, onde ele se acabava de beber e beijar a mulherada, nunca mais o carnaval na Bahia, o trio elétrico, o beija-beija, as alegrias generalizadas, nunca mais as micaretas em São Paulo e no inteiror, onde o ritual baiano se repetia quase todo mês.

gravataenforcando

Sentiu uma saudade imensa do seu apartamento, onde morava sozinho e tantas vezes recebeu amigos para pizzas, fondues de queijo e vinho, e além disso, era um ótimo abatedouro para receber a mulherada. Lembrou como era bom viver sozinho, deixar a toalha molhada na cama, não levantar a tampa do vaso sanitário, não bater o tapete e deixar tudo para a Edicleuza na segunda-feira.

Sentiu saudade da Edicleuza, ela era uma bela mulata, dessas de novela mesmo, uma companheira e tanto, cuidava de tudo na casa, deixava sempre tudo arrumadinho e cozinhava como ninguém, mas o melhor de tudo é que a Edicleuza não se metia em nada, nunca perguntava por onde ele havia andado e nem ficava arrumando pelo em ovo.

Lembrou-se que ela havia pedido um aumento, a vida estava difícil, filhos pra criar, etc, ficou pensando que se não morresse, se conseguisse escapar, daria um bom aumento pra moça e ainda incluiria assistência médica pra ela e os filhos, queria muito continuar sua vida com a Edicleuza, mas parecia que agora não tinha mais jeito, lá na outra vida não haveria espaço pra ela, ainda mais considerando os dotes físicos da moça.

Continuava suando frio e ouvindo vozes distantes, talvez estivesse em coma, talvez já estivesse na outra vida, tudo muito estranho, será que existia vida após a morte?

Um turbilhão de emoções e de dúvidas tomava conta de sua mente inquieta, ele sabia que esse dia não tardaria a chegar, sabia que a morte era inevitável, mas também sabia que existem vários tipos de morte e que algumas pessoas acabavam escolhendo suas formas de morrer.

Ele já havia sido alertado, afinal, outros amigos e conhecidos já haviam padecido do mesmo mal, e ele testemunhara muitos momentos como aquele que estava vivendo, mas não dava para saber que era daquele jeito, ele imaginou que quando chegasse sua vez seria mais suave, quase indolor, mas não estava sendo nada fácil.

prisao

Sentiu que não tinha mais jeito, não dava pra voltar atrás, ele já estava condenado há quase oito anos e sabia que era inevitável, conformou-se em perder as coisas simples da vida como o direito de fumar na sala, tomando cerveja e vendo futebol, sabia que morrer não seria nada fácil, ele tinha certeza de que não estava indo para o paraíso, mas decidiu agir como sujeito homem.

Aos poucos foi voltando a si e tentando se situar no ambiente, olhou para os lados na tentativa de ver um rosto conhecido e viu Edicleuza chorando discretamente, com um lenço na mão. Olhou novamente em volta e reconheceu os pais de mãos dadas, a mãe também chorava, por último identificou a figura de um padre que tentava lhe trazer de volta a realidade, agora ele tinha certeza, estava morrendo e o padre viera para lhe dar a extrema unção.

Esforçou-se para ficar acordado e ouvir o que o padre dizia, quando este lhe perguntou: “…é de livre e espontânea vontade que o fazeis?”.

Ainda meio absorto ele respondeu automaticamente: “Sim”. E o padre: “Então pode beijar a noiva!”


Fonte:

http://papodehomem.com.br/dos-males-o-menor/


Boa noite a todos

Iago Schütte - Com sede

terça-feira, 15 de setembro de 2009

1, 2, 3 e 4

entre as muitas coisas, como voces ja devem ter percebido, que me irritam, acho que elas podem ser rankeadas tipo 1- calor 2- estar com muita fome e me servirem comida ruim 3-estar com sono e não poder dormir por algum motivo e 4- pessoas idiotas. Nesse post eu vou me concentrar na coisa 4, que no final das contas engloba as outras 3. bem, vou iniciar contando meu belo dia. acordei acabado, como toda manha, visto que eu tenho que acordar todo dia as CINCO HORAS DA MANHA (3) e cambalear até o banheiro para tomar meu banho matinal/dormir embaixo do choveiro. vou para o colegio, onde me fazem ter que assinar um BO porque eu esqueci de trazer a minha carteirinha e eles precisam manter o registro de todos os alunos que entram e saem, mesmo que efetivamente ninguem realmente use isso (4). tive aula, beleza, normal. tavez nem tanto, ja que, assim como eu falei antes, eu acordo 5am, ou seja, eu fico com um sono do caralho na aula, e se eu dormir me tirar de sala falando que eu desrespeitei o professor e se isso continuasse eles vão ligar pra minha mãe. (3 e 4). então. o galois, o colegio que eu estudo, no seu mar de inteligencia, não deixa ligar o ar condicionado antes do recreio por causa da gripe suina, porque, obviamente, depois do recreio o virus não passa. (4). por causa dessa porra de norma, até depois do recreio eu suo como um puto no calor de brasilia. ok. de boa. chegou o recreio, eu tava morrendo de fome. sempre no recreio eu como uma barrinha nutricional de aveia e mel muito boa. mas ela acabou, logo, eu tive que substituir meu lanche, que estava uma merda (2). xuxu beleza, alimentado e com raiva, voltei pra sala. ligaram o ar, aquele vento frio esfriou meu mal humor e, durante 50 minutos, eu fui uma pessoa feliz. depois de 50 minutos lembro-me que tenho aula de educação fisica. essa parte é foda, porque veja. o galois, novamente em seu mar de inteligencia, resolveu que, por causa da secura de brasilia, as aulas de educação fisica deverão ser no parque perto do colegio, porque no parque é mais úmido que na quadra, obvio (4). e somado a essa invenção da roda, hoje fez, assim como foi citado, um sol do caralho. o inferno baixou em brasilia pelo dia. e eu fui, nesse sol, pra porra do parque SEM NUVENS E SEM VENTO e joguei 50 minutos de handball maluco, onde voce não pode andar segurando a bola, que é um meião enrolado e o gol é uma lata de lixo grudada na arvore. resultado, no final das contas, eu gastei mais agua suando do que eu gastaria na quadra, logo, sabe a teoria que o parque é melhor por causa da secura? então. 4. após a aula eu voltei pra sala, com um calor do caramba, suando que nem um porco só pra encontrar a agua fria do bebedor morna e o ar condicionado fraco porque tinha um cara com dor de garganta (sendo que ele que mais jogou no handball maluco), e com uma dor de cabeça.

No final das contas, foi um dia legal? não. eu sai feliz dele? não. foi vantajoso para o meu fisico e bem estar de saude aquela tentativa de aula de educação fisica? adivinha? não. hoje eu sai do colegio na TPM? pode se dizer que sim. será que eu sou muito revoltado? não, porra.

Boa noite quentecomooinferno pra voces :*


Iago Schutte - calerento e revoltado intolerante a temperaturas altas e com raiva

sábado, 12 de setembro de 2009

Boredom

estar entediado é algo interessante. chato. mas interessante. eu sempre gosto de pensar sobre as coisas de um ponto de vista externo, tipo, experiencia extracorporea que só a dona daiane saberia explicar. confesso que não é tanto. eu não fico parado de olhos virados, murmurando coisas sem sentindo enquanto meu espirito da um rolé. primeiro porque isso é bizarro demais pra alguem realmente fazer. e segundo porque "dar um rolé" é coisa de fudido.
de qualquer forma, voltando ao assunto inicial que muitas vezes eu temo a me desviar de. eu me entedio facil. eu sempre preciso tem a minha mente ocupada por alguma coisa. seja um filme porra louca com um plot twist no final em que a personagem principal é na verdade um zumbi altamente conservado, ou seja com um simples barulho irritante de origem desconhecida que tem a tendencia a acontecer perto de mim. eu preciso de algo me distraindo. por exemplo, eu, ao contrario de muitas pessoas, não consigo estudar com silencio. eu acho silencio pior que musica alta demais. eu só consigo estudar ouvindo algo agitado. é interessante. mutos se irritam quando, em momentos de concentração como aulas ou provas, eu tenho a tendencia de ouvir musicas na minha cabeça. e como em muitos outros momentos, eu tenho que expressar essa musica de alguma forma. lgoo. eu batuco. não sao raras as vezes que algo pesado e/ou pontiagudo voce na minha cabeça quando, em uma situação de concentração, eu começo a batucar aquela musicasupermegabogaincrivelcomabateriamaisf0dadaminhavida e alguem se emputece e da em merda ou um traumatismo craniano
como eu agora fiquei novamente intediado, e aparentemente escrever sobre o tedio não ajudou muito, eu vou fazer outra coisa, jogar x-moto, conhecer o belo mundo a minha frente e tentar descobrir de onde vem o maldito barulho irritante

deixo voces com um poema interessante, mas bem alternativo que por algum motivo estava no meu livro de ingles e, por mais bizarro que seja, tem algo sobre tedio no meio, e isso é o suficiente pra mim

Stealing - Carol Ann Duffy:
"The most unusual thing I ever stole? A snowman.
Midnight. He looked magnificent; a tall, white mutebeneath the winter moon.
I wanted him, a matewith a mind as cold as the slice of ice
Within my own brain.
I started with the head.
Better off dead than giving in, not taking
What you want. He weighed a ton;
His torso, frozen stiff, hugged to my chest, a fierce chill
Piercing my gut.
Part of the thrill was knowing
That children would cry in the morning. Life’s tough.
Sometimes I steal things I don’t need. I joy-ride cars
To nowhere, break into houses just to have a look.
I’m a mucky ghost, leave a mess, maybe pinch a camera.
I watch my gloved hand twisting the doorknob.
A stranger’s bedroom. Mirrors. I sigh like this - Aah.
It took some time. Reassembled in the yard,he didn’t look the same. I took a run
and booted him.
Again.
Again.
My breath ripped outin rags. It seems daft now. Then I was standing
Alone amongst lumps of snow, sick of the world.
Boredom.
Mostly I’m so bored I could eat myself.
One time, I stole a guitar and thought I might learn to play.
I nicked a bust of Shakespeare once,flogged it, but the snowman was strangest.
You don’t understand a word I’m saying, do you?"

boa noite vagabundos :*



Iago Schütte - Onde o tempo não passa